Informação Importante sobre os Efeitos Biológicos dos Telefones Celulares e das Tecnologias ‘Wireless’ (sem fios).

No website conectado abaixo, podemos escutar a uma entrevista com o Dr. Karl Maret. Ele é presidente da “Dove Health Alliance”, uma fundação sem fins lucrativos que foca sobre redes globais de geração e promoção de pesquisa e educação em Energia e Medicina.
Ele se qualificou tanto em engenharia elétrica como biomédica após sus formação em medicina. Começou recentemente grupo de estudos médicos especificamente sobre os impactos biológicos das tecnologias de comunicação como telefones celulares e tecnologias ‘wireless’.
De acordo com a “Electromagnetic Health”, Maret questiona, em sua entrevista:
"... os efeitos biológicos dos campos eletromagnéticos. Ele oferece perspectivas valiosas especialmente por ter ele uma vasta experiência médica como fundamentação tanto em engenharia elétrica como biomédica".
Conforme nova pesquisa, a radiação eletromagnética dos telefones celulares pode afetar fortemente os ossos. Os homens que levam o celular no lado direito de suas cinturas apresentaram tanto redução no teor de mineral ósseo como densidade óssea no quadril direito.
Os pesquisadores mediram a resistência óssea dos dois lados do quadril de homens saudáveis, metade deles não usava o celular e a outra metade carrega num porta-celular no cinto no lado direito. Seus quadris foram avaliados utilizando um teste chamado ‘absorciometria por dupla emissão de raios-X’.
De acordo com o “Newswise”:
"... [H]omens que não usam celulares tinham altos [conteúdo mineral ósseo] no colo direito do fêmur (perto da parte superior do osso da coxa) ... Os usuários de celulares também tiveram reduzido [densidade mineral óssea] e [conteúdo mineral ósseo] no trocânter direito - uma área na parte superior externa do osso da coxa, perto de onde o celular poderia ser usada no cinto".
Suplementarmente, uma pesquisa separada financiada pelo governo dos EUA e levada a efeito por Nora Volkow et al, publicada no periódico da associação medica norte-americana JAMA, inquietou muita gente quando reportou que o uso do celular poderia alterar a atividade cerebral, e fazê-lo em níveis não térmicos da radiação de microondas, níveis estes que têm sido defendidos pela indústria e os órgãos reguladores que não teriam intensidade suficiente para criar efeitos biológicos.
O relatório não concluiu se as trocas nos níveis de glicose resultaram em algum efeito negativo de longo prazo sobre a saúde. Assim, tem muita gente querendo saber o que se pode fazer para se proteger e também se as entidades reguladoras são confiáveis sobre o estabelecendo diretrizes de exposição.
O Dr. Michael Kundi, da Universidade Médica de Viena, Áustria, comentou:
"Como um tumor no cérebro utiliza quantidades excessivas de glicose, alterações na sua utilização pode ser um mecanismo fundamental para viabilizar o crescimento do tumor".
Os autores da pesquisa advertem aos usuários de celulares que deixem seus telefones a uma distância tal que seja pelo recurso viva voz ou pelo emprego do fone de ouvido quando for possível. Mesmo utilizando seu telefone bem longe do ouvido pode fazer a diferença já que a intensidade da radiação diminui acentuadamente com a distância.
De acordo com o New York Times:
"Muitos celulares emitem a maioria da radiação quando estabelecem contato com as torres, fazendo suas ‘conexões digitais’. Para reduzir a exposição o melhor é esperar que sua chamada tenha sido completada antes de colocar o celular próximo ao ouvido”.
“Durante a conversa, é recomendável inclinar, afastando o telefone de seu ouvido quando estiver falando e só colocá-lo perto quando estiver escutando ... a radiação é ‘significativamente inferior quando um celular está recebendo sinais do que quando ele está transmitindo’ ”.
Acrescente-se que enviar texto em vez de falar pode ser mais seguro.
E se o estudo de Nora Volkow, demonstrando níveis aumentados de glicose no cérebro pela radiação do telefone celular, causou tanto rebuliço com relação à segurança do celular ao redor do globo, novas pesquisas impressionantes da China estão seguindo seus saltos, despertando ainda mais as pessoas para os riscos evidentes muito graves originários dos celulares.
O recente estudo, de Duan Y, et al, "Correlação entre o uso de celulares e tumores malignos epiteliais da glândula parótida”, publicado no International Journal of Oral and Maxofacial Surgery, demonstrou a relação dose-resposta entre o uso destes telefones e os tumores da glândula parótida. E há um incremento de uns 3.000% a maior, no risco de tumores desta glândula quando o uso do celular vai a mais de 2,5 horas por dia.
Veja o material postado no website da ElectromagneticHealth.org, "Novo importante Estudo Chinês Conectando o Uso do Celular com Tumores Glândula Parótida" (Important New Chinese Study Connecting Cell Phone Use with Parotid Gland Tumors), e a cobertura pelo Microwave News, "Chinês Coloca Câncer da Glândula Parótida no Centro do Palco” (Chinese Put Cancer of the Parotid Gland on Center Stage).
"Os autores encontraram indicações gerais de uma relação dose-resposta entre o uso de telefone celular e malignidade da glândula parótida.
Em duração, nomeadamente de utilização antes do diagnóstico, o número médio diário de chamadas, duração média diária de uso do telefone celular, número de chamadas, desde a primeira, eo tempo total de uso foi positivamente associado com a malignidade da glândula parótida. "
"The authors found general indications of a dose–response relationship between cellular phone use and parotid gland malignancy.
In particular, duration of use prior to diagnosis, average daily number of calls, average daily duration of cellular phone usage, number of calls since first use, and total time of usage were positively associated with parotid gland malignancy."
Brain tumor analyst L. Lloyd Morgan, B.S., who was lead author of the landmark report, "Cellphones and Brain Tumors: 15 Reasons for Concern," says the risks of parotid gland tumors found in the Duan Y, et al parotid gland study were "as large, perhaps larger, than the risk of lung cancer from smoking."
Camilla Rees of www.ElectromagneticHealth.org says:
"It is not surprising we have never seen the full data set from the 13-country Interphone study, especially the data on parotid gland tumors and acoustic neuromas, tumors closest to where a cell phone is held against the head, despite the fact that the study was completed over six years ago.
The International Agency for Research on Cancer (IARC), the part of the World Health Organization responsible for the Interphone study, is planning to soon draw conclusions on risk of cancer from RF from cell phones based only on the 50% of Interphone results they have released to date,
Global scientists and activists are now actively protesting this decision and insisting it be held off until the full Interphone data set is released. The Duan Y, et al parotid gland study very strongly reemphasizes we must gain access to the full dataset of the Interphone study, and subject it to independent analysis."
Sources:
Electromagnetic Health April 10, 2011
Newswise March 24, 2011
Journal of Craniofacial Surgery March 2011, Volume 22, Issue 2, pp 706-710
The New York Times March 30, 2011
JAMA February 23, 2011; 305(8):808-13
Microwave News April 18, 2011
International Journal of Oral and Maxofacial Surgery April 5, 2011
Comentário do Dr. Mercola:
A última coisa que uma pessoa vai querer é ser diagnosticada de ter um câncer cerebral outro dano permanente sobre sua saúde, depois de uns 10 a 20 anos de caminhada, somente descobrindo que poderia ter evitado este drama se tivesse tido acesso à verdade. …
A razão para eu começar este texto foi comunicar à sociedade importante informação sobre a saúde, muito tempo antes de ser permeada pelas agências oficiais de saúde pública e a mídia. No período de tempo que esta informação puder se espalhar, todos podemos potencialmente nos prevenir de sérios danos que poderiam, de outra forma, ocorrer de atividades que nem imaginamos que poderão não ser inócuas, até o momento em que for tarde demais.
Assim, eu instigo a todos a nós a nos conectarmos afetivamente a esta informação como também despender um tempo imprescindível para ouvir a entrevista da fundadora do website ElectromagneticHealth.org (ElectromagneticHealth.org), Camille Rees com o Dr. Karl Maret, MD Camilla Rees' interview with Karl Maret, MD .
Com extensiva experiência tanto na área médica como nas de engenharia elétrica e de engenharia biomédica, o Dr. Maret é especialmente qualificado para falar sobre os campos eletromagnéticos. Compartilha alguns dos argumentos mais convincentes até hoje, sobre o porquê devemos agir com extrema cautela quando se tratam de celulares, telefones sem fio, os medidores inteligentes e outras formas de campos eletromagnéticos (EMFs).
Lembremo-nos o Corpo Transita através da Bio-eletricidade.
Podemos não ter ouvido sobre os riscos à saúde dos CEMs/EMFs no noticiário da manhã. Ou podemos ouvir histórias espalhando confusão e dúvidas sobre os riscos para defender os interesses comerciais. No entanto, há profusão de pesquisas mostrando que estes campos merecem muito atenção real.
Mas quando consideramos que nós todos somos corpos elétricos - nosso corpo produz elétrons para manter uma corrente elétrica fluindo, e dentro de cada célula estão as mitocôndrias e que são "usinas de energia" da célula e assim podem ser impactadas pelos CEMs - faz todo o sentido de que desregulamentações poderiam ocorrer pela exposição aos CEMs/EMF.
Conforme explicou o Dr. Maret, nosso corpo é um complexo sistema de comunicação onde as células "falam", os tecidos "falam", os órgãos "falam" e, por fim, o próprio organismo "fala" - é uma verdadeira "sinfonia eletrônica em nosso corpo."
Em cada um desses níveis, a comunicação inclui afinados transmissores bio-elétricos afinado e receptores, e estão afinados para sintonizar uma estação de rádio. O que acontece quando expomos uma antena de rádio para quantidades significativas de ruídos externos? Ficamos com estática produzida pelo ruído - e é isso que está acontecendo com nosso, nos dias de hoje, em ambientes saturados de CEMs/EFMs.
Se pudermos de 20 minutos, podemos ouvir à importante fala de Martin Blank, PhD, (important speech by Martin Blank, PhD), que falou em 18 de novembro de 2010 no programa do Commonwealth Club da Califórnia, "The Health Effects of Electromagnetic Fields," co-apoiado pela ONG ElectromagneticHealth.org.
O Dr. Blank fala com profunda experiência e grande autoridade sobre o impacto nas células e sobre o DNA gerado pelos campos eletromagnéticos. Explica o porquê nosso DNA, com sua estrutura "de espiral das espirais”, é especialmente vulnerável a campos eletromagnéticos de todos os tipos. Ele possui duas características estruturais das antenas fractais, de condução eletrônica e simetria de si mesmo. Essas propriedades contribuem para a maior reatividade do DNA aos campos eletromagnéticos de que outros tecidos.
O Dr. Blank é categórico quando diz que HÁ indícios de danos, e que o prejuízo pode ser significativo. Também aponta que a ciência que mostra os efeitos nocivos, tem sido revisada, publicada e que os resultados vêm sendo replicados, avaliados e “julgados por cientistas capazes de julgá-los”.
A Pesquisa está Chegando em Bom Tom e Bem Clara: Nossos celulares podem nos Causar Câncer.
Venho escrevendo muito sobre os perigos em geral dos CEMs/EFMs e especificamente das radiações dos celulares. Mas uma avaliação sobre a importância fundamental desta ciência para os seres humanos, bem como o ambiente, tem se mostrando muito lenta, com enormes resistências da indústria que têm interesses comerciais e responsabilidade em potencial.
É extremamente preocupante que a investigação que temos até hoje mostra que as pessoas estão realmente se pondo em risco ao usa as tecnologias ‘wireless’ equivocadamente consideradas como inócuas. Os riscos sobre a saúde estão se tornando demasiadamente evidentes para serem negados.
Em 2008, o estudo de Israel que fazia parte do projeto Interphone (study from Israel that was part of the Interphone project ) revelou que eles não encontraram riscos totais aumentados de tumores da parótida (nossa glândula parótida é a glândula salivar mais próximo de onde colocamos o celular no ouvido e na bochecha), devido ao uso do celular entre os participantes do estudo.
Esta afirmação é enganosa na melhor das hipóteses, como quando o risco foi desmembrado depois, os usuários regulares, bem como grandes usuários em áreas rurais apresentaram um risco aumentado de tumores da glândula parótida, devido aos altos níveis de exposição.
Em 2009, o Dr. Siegal Sadetzki, principal investigador do estudo de 2008, testemunhou em uma audiência Senado dos EUA (testified at a U.S. Senate Hearing) que os celulares foram identificados como um contribuinte para os tumores de glândula salivar.
O relatório feito pela Universidade Hebraica (report by Hebrew University ) afirma que o risco de contrair um tumor na parótida no mesmo lado da cabeça que você usa para ouvir o celular aumenta:
- 34% se formos usuários regulares e usuário por 5 anos (esta percentagem foi apenas marginalmente significante);
- 58% se tivermos mais do que 5.500 chamadas em nosso tempo de uso (estatisticamente significante);
- 49% se tivermos falado no telefone por mais de 266,3 horas durante o tempo que utilizamos o celular (estatisticamente significante).
E uma marca em nova pesquisa da China brand new research from China mostra que o uso intensivo de celular, em longo prazo, pode aumentar o risco de se ter câncer da parótida de 7 para 13 vezes! Este é um grande risco que deve ser levado muito a sério. Como relatou a Microware News (Microwave News reported ):
- "Os dados brutos - ou seja, antes de serem ajustado por outros possíveis fatores de risco, como sexo, idade, renda, tabagismo, etc - apontam para os riscos de câncer que são elevadas de 10, 20 e até 30 vezes, dependendo do tipo de tumor e o quão excessivo o uso do telefone celular é definido ...”.
- “Por exemplo, aqueles que tinham usado o celular por mais de dez anos apresentavam mais de dez vezes a taxa de doenças malignas epiteliais da glândula parótida, o tipo dominante de câncer da glândula parótida. O risco subiu para 20 vezes maior do que os controles para o carcinoma mucoepidermóide, o principal subtipo de câncer na glândula parótida”.
- “Aqueles que usaram um celular por mais de duas horas e meia por dia tiveram mais do que de 15 a 30 vezes elevado o risco de câncer. Estudos anteriores raramente apontaram para um risco que é mais que o dobro ou o triplo da taxa esperada".
Uma revisão de 11 estudos epidemiológicos de longa duração publicado na revista (Surgical Neurology ), há dois anos, revelou que o uso de um celular por 10 anos ou mais, praticamente dobra o risco de ser diagnosticado um tumor cerebral do mesmo lado da cabeça onde o telefone normalmente é mantido.
Professor Mild, pesquisador-chefe do estudo particular, também alertou que o perigo pode ser ainda maior do que o que eles descobriram porque os cânceres precisam de, no mínimo, 10 anos para se desenvolverem.
A Maioria das Crianças estão sob R isco.
Hoje em dia, as crianças estão usando telefones celulares cada vez mais cedo se comparadas a qualquer geração anterior, fazendo com que sua exposição seja muito maior sobre suas vidas. Em razão das crianças terem crânios mais fino do que os adultos e seu sistema nervoso ainda estar em desenvolvimento, são particularmente vulneráveis a este tipo de tumor e não deveriam usar celular de forma nenhuma.
A Austrália tem visto um aumento de cânceres cerebrais pediátricos de 21%, em apenas uma década. Isto é correlacionado a estudos que mostram um aumento de 40% de tumores cerebrais em toda a Europa e Reino Unido nos últimos 20 anos.
O câncer cerebral já ultrapassou a leucemia como o assassino número um dos cânceres em crianças. O Relatório BioInitiative inclui também estudos que mostram evidências pela exposição a campos eletromagnéticos de tumores cerebrais, neuroma acústico e de cânceres infantis como a leucemia.
Muito Além do Câncer: Outros Riscos à Saúde pelos EMFs/CEMs.
Cientistas detectaram que as microondas transmitidas pelos celulares e outros equipamentos ‘wireless’, podem:
Possivelmente acelerando e contribuindo para iniciar o autismo |
||
Causar decréscimo na densidade óssea na região pélvica |
||
Induzir à fadiga e dores de cabeça |
Causar a diabetes tipo 3 |
Ainda neste ano de 2011, uma nova pesquisa publicada no Jama (published in JAMA ) também revelou que o uso do celular faz um impacto, real e mensurável, sobre nosso cérebro.
Só 50 minutos de uso do celular estava associado com o aumento do metabolismo da glicose cerebral (um marcador da atividade cerebral) na região mais perto da antena. Os pesquisadores observaram que esta “descoberta de uma significância clínica desconhecida”, o que significa que só o tempo dirá qual o impacto que isso pode acabar tendo sobre a saúde do cérebro.
Os Celulares são Somente Parte do Problema.
Muitas da advertências sobre os CEMs (warnings about EMFs ) centram-se no uso dos celulares e, de modo crescente, também o uso de telefones sem fio. E como o Dr. Maret observou, estes dois itens, juntamente com os medidores eletrônicos inteligentes, merecem a maior parte da nossa atenção, porque são provavelmente os mais prejudiciais no curto prazo.
Entretanto, existem numerosas outras fontes de EMFs/CEMs que podem também nos bombardear na base de 24h por dia, 7 dias por semana e que nós não sabemos as conseqüências a longo prazo (24/ 7). Exatamente agora estamos todos nós num ambiente que nunca existiu antes na natureza, aquele que está repleto de variados níveis de poluição elétrica, ou o “eletro-smog”.
Tudo começou com a expansão da rede elétrica há um século atrás. Agora quase todos os cidadãos em um país desenvolvido estão sendo bombardeados com freqüências elétricas de aparelhos eletrônicos e radiação de microondas de telefones celulares, roteadores ‘wireless’, além de equipamentos de informática e torres da telefonia celular.
Essencialmente, a maioria toda a eletrônica vai gerar CEMs/EMFs, incluindo a fiação de sua casa, os despertadores elétricos, cobertores elétricos, computadores e lâmpadas, para mencionar apenas alguns. Os CEMs vêm da fiação, das lâmpadas fluorescentes compactas, de equipamentos eletrônicos e da radiação das microondas das tecnologias ‘wireless’.
Para obter mais informações para verificar sobre os CEMs/EMFs primários em sua casa, bem como a forma de reduzir os riscos, ouvir Camilla Rees entrevistando Vicki Warren (Camilla Rees interviewing Vicki Warren), o ex-diretor executivo do Institute for Bau Biology & Ecology.
Dicas de Senso Comum para Baixar os Riscos do Celular.
Não podemos evitar completamente, hoje em dia, as radiações do mundo ‘wireless’, mesmo se nossa casa seja livre de ‘wireless’. Estamos expostos à radiação de microondas dos equipamentos ‘wireless’ de nossos vizinhos ou enquanto visitamos ‘hot spots’ ou transitando perto de torres de celulares. No entanto, se estivermos prontos a desfazermo-nos de nosso celular, poderemos estar eliminando realmente um perigo. Isso é importante considerar, já que estamos falando de eliminar riscos de graves danos diretamente aos nossos cérebros.
Se não estivermos ainda preparados para dar este passo, pelo menos devemos minimizar atendendo às seguintes sugestões:
- Crianças nunca devem usar celulares (Children Should Never Use Cell Phones): Salvo uma emergência com risco de vida, as crianças não devem usar um telefone celular ou um dispositivo ‘wireless’ de qualquer tipo. As crianças são muito mais vulneráveis à radiação dos telefones celulares do que os adultos, porque seus ossos cranianos são mais fino.
- Reduzir o Uso de Celulares: Desliguemos mais vezes nossos celulares. Reservemos seu uso para emergências ou assuntos importantes. Enquanto o telefone estiver ligado, estará emitindo radiações intermitentemente, mesmo quando não estivermos na verdade fazendo ligações.
- Usar telefone fixo tanto em casa como no trabalho: Mesmo que mais e mais pessoas estejam assumindo o uso dos celulares como seu exclusivo meio de contato, é uma perigosa tendência que devemos optar estar fora desta loucura.
- Reduzir ou Eliminar o Uso de Outros Equipamentos ‘Wireless’: Devemos ser sábios para eliminar o nosso uso destes equipamentos. O mesmo que se fez com os celulares, é importante se perguntar se realmente se necessita ou não usá-los todo o tempo.
Se precisarmos utilizar um fone móvel em casa, usar o tipo antigo que operava em 900 MHz. Ele não é do seguro durante as ligações, mas pelo menos muitos deles não estão constantemente irradiando quando nenhuma chamada está sendo feita.
Observar a única maneira de realmente de termos certeza se há uma exposição a partir do telefone sem fio: usar como medida, um medidor de ‘eletro-smog’. E deve ser aquele que vá até a freqüência de telefone portátil que se dispõe (os velhos medidores costumam ajudar muito). Como muitos telefones portáteis são 5,8 Gigahertz, recomendamos que olhemos para os medidores de radio-freqüência se vão até 8 Gigahertz, o intervalo mais alto agora disponível em um medidor adequado para os consumidores.
Alternativamente, devemos ter muito cuidado com a localização da estação de base, já que é uma grande parte do problema, por transmitir sinais 24/7, mesmo quando não se está falando. Então, se pudermos ficar da estação-base, pelo menos três quartos de distância de onde estamos a maioria do nosso tempo, melhor. E especialmente nosso quarto de dormir, por serem elas tão prejudiciais à saúde. O ideal e útil é se pudéssemos desligar ou desconectar a estação de base todas as noites antes de irmos para a cama.
O website que têm medidores de RF é www.emfsafetystore.com. No entanto, podemos ficar seguros se por acaso nosso fone portátil é realmente um problema se sua tecnologia for etiquetado como DECT ou tecnologia digitalmente reforçada como sem fio.
- Usar o Celular Somente Onde a Recepção é Boa: Recepção fraca exige maior poder para se utilizar o aparelho e quanto mais poder ele usa, mais radiação emite e mais profundamente as ondas de rádio perigosas penetrarão em nossos corpos. Idealmente, deveremos utilizar os celulares com bars completos e com boa recepção.
Também procuremos evitar carregar o telefone no corpo, limitando maximizar a exposição potencial. O melhor é colocá-lo numa bolsa ou numa pasta. Celular colocado no bolso da camisa sobre o coração estaremos pedindo problemas. Da mesma forma se um homem colocá-lo no bolso da calça, estará procurando problemas com sua fertilidade.
- Não acreditemos que haja uma marca de celular que seja mais segura que outra (Don't Assume One Cell Phone is Safer Than Another). Não há tal coisa de celular “seguro”.
- Manter o Celular Longe de Nosso Corpo Phone quando estiver ligado: O local mais perigoso é, em termos de exposição às radiações, é de mais ou menos 15 cm de sua antena. E termos nosso corpo totalmente fora desta área.
- Respeitarmos Outros Que sejam Mais Sensíveis: Algumas pessoas que se tornaram sensíveis podem sentir os efeitos de celulares de outros, na mesma sala, mesmo quando ele estiver ligado mas não sendo usado.
Se estivermos num encontro, em transportes públicos, em audiências ou algum outro lugar público, como consultório medico, manter o cellular desligado sem levar em consideração para os efeitos da “radiação de segunda mão”. As crianças são muito mais vulneráveis, então por favor, evitemos usar o cellular perto delas.
- Usar Tecnologia Segura para Auriculares: Auriculares ‘wireless’ certamente permitirão colocar nossos organismos mais longe do cellular. Mas se o auricular ‘wireless’ não for bem blindado – a maioria não é – a fiação agirá como antena atraindo as informações ambiente, canalizando as ondas de rádio e transmitindo a radiação diretamente ao nosso cérebro. Ter certeza que a fiação usada para transmitir o sinal para nossos ouvidos seja blindada. O melhor tipo de auricular para se usar é uma combinação de fiação blindada e o auricular com tubo de ar. Operará como um estetoscópio, transmitindo a informação para nosso ouvido como uma onda sonora real; embora existam fiações que ainda devam ser blindadas, não há fiações que vão direto ao nosso cérebro.
Links relacionados:
Caution: This Common Device Can Double Risks of Getting a Brain Tumor
New Evidence Identifies Strong Cell Phone Cancer Link
Cell Phones are Dangerous, But This May Be Far Worse...
Tradução livre de Luiz Jacques Saldanha, abril de 2011.