Mentalidade fragmentária chegou até a ONU e aos governos, e precisa ser substituída por uma compreensão sistêmica da vida, que nos inclua como parte da Terra Pátria, pontua jornalista.
Categoria: Aquecimento Global
Precisamos de outra racionalidade, mais sistêmica e menos cartesiana. Entrevista especial com Ilza Girardi.
Anuário do PNUMA mostra redução de produtividade em 24% do solo global por uso insustentável.
O esgotamento do solo e o crescente número de reatores nucleares no fim da vida útil são algumas das questões ambientais mais importantes, de acordo com o Anuário 2012 do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), lançado na segunda-feira (13/02).
TERRAMÉRICA – Decifrado diálogo entre selva amazônica e água.
Havendo alteração na relação entre a selva amazônica e os bilhões de metros cúbicos de água que circulam pelo ar, desde o Oceano Atlântico equatorial até os Andes, estará em risco a resiliência deste bioma crucial para o clima do planeta, alerta um experimento de duas décadas. A Amazônia é um ser vivo de 6,5 milhões de quilômetros quadrados, que ocupa metade do território do Brasil e parte de outros oito países (Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela), e abriga a maior reserva de água doce do planeta.
Oceanos já estão até cem vezes mais ácidos devido a emissões de CO2.
Emissão de CO2 aumenta acidez do oceano e prejudica corais, diz estudo. Mudanças causadas pelo homem são cem vezes maiores que as naturais. Em 90 anos, a calcificação de corais e moluscos pode cair 40%, afirma estudo científico. Do Globo Natureza.
Alheia às mudanças climáticas, agricultura segue despreparada para alimentar a todos.
Na região Sul do Brasil, celeiro agrícola do país, o regime de chuvas não é mais o mesmo das últimas décadas. Santa Catarina, por exemplo, viveu sete anos de estiagem nos últimos dez anos – embora os cientistas ainda não possam afirmar categoricamente se a alteração foi causada por mudanças no clima. “Mas é, sem dúvida, uma anomalia. Temos que prestar atenção. E a ciência é responsável por buscar a causa dessas anomalias”, disse Carlos Nobre, do Ministério de Ciências e Tecnologia, em conversa com a DW Brasil.
Especialistas sugerem medidas para produção alimentar sem aumentar as emissões e a destruição de florestas.
O mundo se encontra diante de um gigantesco desafio: aumentar a produção de alimentos sem destruir a natureza nem piorar o aquecimento global. O problema, dizem os cientistas, é que a humanidade já chegou muito perto de seu limite seguro. O planeta abriga hoje 7 bilhões de pessoas, e a produção atual seria capaz de nutrir entre 8 bilhões, segundo estimativas mais conservadoras, e 10 bilhões, para os mais otimistas.
Grupo mostra que mudança climática já causa problemas na Amazônia.
Uma compilação de estudos de cientistas brasileiros e do exterior aponta que a expansão agropecuária e as mudanças climáticas já causam distúrbios na bacia amazônica – principalmente na borda da floresta, nos estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso.
Tim Flannery: os chefes corporativos poderiam ser presos pelos subornos e irregularidades no exterior.
O representante australiano para mudanças climáticas e autor de um novo livro Here on Earth fala à Matilda Lee sobre os verdadeiros princípios de Gaia, o poder da internet e o por quê os tratados sobre o clima legalmente vinculados serem inúteis.
Mudanças climáticas: ”A conta está na mesa, mas ninguém quer pagar”. Entrevista especial com Márcia Valle Real.
O relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – Pnuma em relação às mudanças climáticas, apresentado no final do ano passado, não trouxe novidades, mas reiterou o alerta da comunidade científica sobre os estudos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas – IPCC e “confirmou que as ameaças climáticas são reais”, disse Márcia Valle Real em entrevista à IHU On-Line, concedida por e-mail.
Os impactos das grandes represas, por Efrén Diego Domingo.
O relatório final do Comitê Mundial de Represas, apresenta ampla evidência de que as grandes represas não conseguem produzir a electricidade projetada, fornecer a água requerida nem prevenir os prejuízos por inundações na extensão informada pelos promotores. Além disso, estas obras superam normalmente orçamentos de custos e de tempo de construção. Além de produzirem graves danos ambientais e estes se traduzirem em grave impacto que repercute sobre os direitos humanos das pessoas e das comunidades afetadas.