
Biofertilizante Super Magro
Super Magro é um biofertilizante criado pelo engº agrº e florestal Sebastião Pinheiro, para superação das dificuldades dos agricultores da passagem da prática convencional para ...
Esse é o Brasil que todos deveríamos querer. A visão de mundo retoma a agricultura como 'cultura no campo', além de ser genuinamente voltada para a verdadeira produção de alimentos, e não de 'commodities'. E, muito mais ainda, integrada e associada com as forças vitais e principalmente, agregando humano e não-humanos. Para nosso website, além do que compartilhamos tanto do Nasser Yousef Nars, no Espírito Santo, como o Valdely Knupp, em várias partes do Brasil, além de outros, no sentido de reconhecermos como as verdadeiras formas de comunicação com a terra para produção de alimentos.

Super Magro é um biofertilizante criado pelo engº agrº e florestal Sebastião Pinheiro, para superação das dificuldades dos agricultores da passagem da prática convencional para ...

Uma bela informação que nos modifica a relação que aprendemos a ter, desde a frase de Saint Hilaire, há mais ou menos 200 anos, de ...
Essa informação nos mostra o quanto a biodiversidade é fundamental para a homeostase da vida silvestre. A quebra de um dos elos da cadeia alimentar, pelo que se relata aqui, está causando um problema de sobrevivência inclusive das gerações que estão por vir, no caso dos salmões da Califórnia. No entanto, há uma afirmativa que torna a realidade muito mais dramática. Que essa deficiência identificada dos salmões estão se manifestando em outras regiões do planeta e com outros espécies. Parece que algo muito mais abrangente deve estar em jogo. Qual? Ainda não se sabe.
Matéria que mesmo de forma rasa, já demonstra que a ideia de que ser humano e seu ambiente, restante da natureza primária, não precisam ser antagônicas. Não podemos mais continuar acreditando de que os seres humanos, para estarem 'bem', precisam necessariamente exterminar com os processos vitais que são imprescindíveis para sua saúde física, emocional, mental e psíquica. Se estivermos vivendo em ambientes mais conectados com aquilo que erroneamente chamamos de 'natureza', seremos mais equilibrados e harmônicos com o tempo existencial de cada um e todos.
Incrível como nossa sociedade brasileira não consegue amar o tesouro da humanidade que lhe colocou para ser guardião! Imagino que quem faz isso não deve ter a mínima noção de absolutamente nada. E mais triste é não vermos em todos os estratos sociais, salvo uma parcela, estar-se lutando para essa conscientização de que somos guardiões e não devoradores de paisagens. E pior é vemos muitos que se autoproclamam como cristão seja de direita, direita democrática e mesmo da extrema direita, nunca apoiarem aqueles que incluem todas as formas de vida, dos povos originários a todos os seres, incluindo os não-humanos, como merecedores de viverem como eles. Parece que o dinheiro está num patamar dogmático a quem tudo devemos, inclusive o extermínios de seres notáveis como as 'árvores gigantes' da Amazônia!
Neste texto, em nosso ponto de vista, é mostrado como podemos nos aproximar da Vida, da Natureza, de várias formas. Aqui é no sentido de se conhecer mais como um sistema esplendoroso e não nós como invasores que pretendem dominar para espoliar. Que bela matéria que nos apresenta a dinâmica das forças vitais, integradas e interativas.
Retomamos! Resolvermos retornar ao nosso antigo sistema de compartilhar nossas informações.
É impressionante como os 'representantes' do povo, em nosso congresso, jamais representam verdadeiramente o povo! Estão ali somente para defenderem interesses imediatistas e absurdos e nunca a defesa da Vida em toda sua extensão. Parecem, ao vociferarem, uns ogros que, numa matilha, sedentos e esfomeados, só querem se fartar no mísero butim que os verdadeiros interessados, economicamente, lhes jogam para saciarem suas sanhas. E o mais triste é que somos nós, os eleitores, que colocamos esses seres a nos representarem e defenderem exatamente destes mesmos interesses mesquinhos e supremacistas antropocêntricos que devoram, insaciavelmente, como fantasmas famintos, todas as vísceras da Terra.
A única coisa que queremos, como cidadãos brasileiros e do mundo, é que todos ouçam a voz da experiência e de quem sabe o que diz e que vem, há anos, batendo na mesma tecla. No entanto, os congressistas parecem ser mais sábios e inteligentes do que esses nossos nobres conterrâneos, somente porque têm um poder que os comuns não têm: o de 'criar' leis e normas estúpidas que nos obrigarão a viver e conviver com a destruição não só deles, o tacanhos, mas de todos os habitantes do país e mesmo do planeta!
Novamente o triste legado de uma parte da nossa sociedade e das Forças Armadas. É a parte que ignora onde está e com que ecossistemas vivemos. Simplesmente continuam desconhecendo de que as chamadas 'terras devolutas' são são 'terra sem gente', como disse o ditador Médici quando invadiu como os Impérios Coloniais, Espanha e Portugal, no século XVI, as regiões do Norte. Agora se vê mais uma estúpida visão de mundo elitista, devastadora e supremacista além de antropocentrista. Triste que essa 'gente' já morreu, mas a morte ambiental e humana está aqui e agora, expressada na miséria das favelas e dos povos que vivem nos espaços invadidos e degradados.
Essa é uma realidade consequente. Os povos originários são 'originários' desses espaços e por isso sabem o quê e quanto de sagrado tem cada pedaço. Nada é 'mercadoria/commodity' como para os brancos supremacistas e antropocentristas. O originários vivem, no âmago, tanto o paradigma de cada um ser um Ser Coletivo e tudo é parte intrínseca de sua existência, daí serem 'ecologistas' instintivos. Tem visceralmente o 'logos=conhecimento' por ser sua 'oikos=casa'.
A estupidez continua dominando os supremacistas brancos mesmo naquelas áreas como na Floresta -Mata- Atlântica, desde os primeiros sinais das invasões no século XVI. Ainda somos os mesmos portugueses, ou melhor, 'brasileiros' que vinham extirpar o Pau Brasil, daí termos o nome de alguém que exerce uma função como sapateiro ou padeiro. Nunca os nascidos, os que têm uma denominação gentílica como todos os outros habitantes do planeta. Entende-se agora o porquê continuamos a ser os mesmos 'brasileiros' de séculos atrás?