Há 800 anos, povos indígenas que viveram na floresta amazônica da Guiana Francesa praticavam agricultura sem colocar fogo na mata. A conclusão é de um estudo arqueológico publicado nesta segunda-feira (9) no jornal científico “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
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Indígenas desafiam fronteiras e se unem contra grandes obras na América Latina.
Desafiando as fronteiras nacionais, indígenas de países latino-americanos estão se articulando de forma inédita na oposição a obras que afetam seus territórios e a políticas transnacionais de integração.
Hidrelétricas em afluentes do Amazonas podem ter impacto ecológico grave.
Um estudo realizado nos Estados Unidos sugere que um grande número de represas planejadas por governos do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador e Peru para serem instaladas nos afluentes do rio Amazonas podem ter um grande impacto ecológico em toda a região.
Difícil, mas não há outro caminho.
“Pena que num momento como este nossa presidente da República atribua a “fantasias” as críticas de vários setores à construção de hidrelétricas como Belo Monte e outras amazônicas e diga que essas elucubrações distantes da realidade não serão discutidas na Rio+20. Porque, na sua visão, as críticas partem de quem acredita que o desenvolvimento ocorrerá apenas com energia solar (abundante) e eólica (já a preços competitivos) – até porque, segundo ela, não é possível “estocar vento”, escreve Washington Novaes, jornalista, em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo, 13-04-2012.
Estudo aponta eficácia de áreas protegidas da Amazônia.
Buscando saber se áreas protegidas estão funcionando como o esperado, pesquisadores avaliaram 474 Terras Indígenas e Unidades de Conservação na Amazônia brasileira e concluíram que quase 99% são sim efetivas.
UHE de de Santa Isabel: Hidrelétrica polêmica é aprovada pelo Ibama após 10 anos.
Os vitoriosos, no dizer de Valor, são os de sempre: Alcoa, BHB Billiton, Camargo Corrêa, Votorantim e – claro! – Vale. Os derrotados também são os de sempre: cerca de 4.800 moradores de oito municípios do Pará (muitos dos quais talvez sejam temporariamente enganados pela falácia do “progresso” e do emprego, até começarem a ver suas terras tomadas e suas casas e roças destruídas), “apenas uma terra indígena” – a Sororó – e duas comunidades quilombolas – Pé de Morro e Projeto Baviera. Os “mediadores”? Ibama e Aneel. E viva o capitalismo e a Rio-20! TP.
Índios suruís venderão carbono com selo verde.
Uma tribo amazônica que até a década passada entregava suas terras à exploração ilegal de madeira será a primeira nação indígena do mundo a faturar com uma nova commodity: o carbono da floresta mantida em pé. Os paiter-suruís, de Rondônia, receberam na semana passada duas certificações internacionais que lhes permitirão fechar contratos para gerar créditos de carbono pelo desmatamento que evitarem em seu território.
Presidente já reduziu áreas protegidas em prol das hidrelétricas.
A defesa da construção de hidrelétricas na Amazônia pela presidente Dilma Rousseff não se limita ao discurso como o feito anteontem no Planalto. Essa defesa impôs recentemente a redução de 1.032 quilômetros quadrados da área de cinco unidades de conservação na floresta, abrindo caminho para duas novas usinas. A medida provisória que muda limites de áreas de proteção foi editada discretamente em janeiro e tem de ser aprovada pelo Congresso até o último dia de maio.
Xingu: O veneno e o antídoto.
A saga dos irmãos Villas-Bôas para desbravar o oeste do país e fundar o Parque Nacional do Xingu é o tema da última superprodução do cinema nacional. O filme Xingu deve chegar as telas de todo o Brasil no próximo dia 6 de abril e vai proporcionar aos espectadores um encontro da ficção com um capítulo real e atual da história do Brasil.
Pesquisa do Inpa usa semente para purificar água de rio da Amazônia.
As águas escuras do Rio Negro, no Amazonas, precisam ser clarificadas e purificadas antes de serem consumidas. Um dos produtos usados neste processo é o sulfato de alumínio, tóxico para a natureza. Para evitar a contaminação e melhorar a saúde de comunidades que dependem da água do rio, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) estudou o uso da semente de uma planta, a moringa, para tornar potável a água do Rio Negro e conseguiu resultados inesperados.