Grande parte das pesquisas com o BPA/Bisfenol A – a onipresente substância química utilizada em plásticos, produtos enlatados, selantes odontológicos, papel moeda e muito mais – envolveu animais, levando os céticos (normalmente aqueles das indústrias químicas) a dizerem que os efeitos podiam não ser necessariamente os mesmos sobre os humanos.
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Muitos médicos “alheios” ao papel de produtos químicos na diabetes e obesidade.
Funcionários públicos ligados à área da saúde nos EUA estão começando a ter maior interesse n as conexões que vêm sendo expostas entre a exposição a substâncias químicas ambientais, como o bisfenol A, e o desenvolvimento de diabetes e obesidade.
A ameaça plástica.
Yaundé, República dos Camarões, 10/1/2012 – Maya Stella, gerente de um restaurante na capital da República dos Camarões, já não usa plástico para envolver os alimentos que vende aos clientes. Ele é substituído por folhas de bananeira, porque é natural e sua utilização para este fim é parte da cultura africana, declarou.
Pode o câncer de mama originar-se no útero?
Perturbações no ambiente fetal predispõem indivíduos a doenças que se tornam aparentes durante a adultez. Estas descobertas sugeriram aos pesquisadores de que a exposição fetal a estrogênios ambientais pudesse desempenhar um papel no aumento, nos últimos 50 anos, da incidência de cânceres de mama observados tanto na população da Europa como na dos EUA. Há uma ampla exposição humana ao bisfenol A/BPA, um composto estrogênico, que lixivia dos materiais odontológicos, resinas pláticas e de outros produtos de consumo diário.
Os enlatados trazem o BPA para o jantar, a FDA confirma.
A vasta maioria do alimentos enlatados nos EUA estão contaminados. Os químicos, funcionários de órgãos federais, confirmaram o que todos estavam já esperando: de que se a resina feita com o bisfenol A/BPA for usada para laminar, internamente, a maioria das latas de alimentos, há uma enorme probabilidade de que o conteúdo destas latas contenham, pelo menos, traços de BPA.
México ignora advertências sobre bisfenol A.
O México nada faz para controlar o bisfenol A, um dos compostos plásticos com efeitos nocivos para a saúde humana.
A política dos plásticos: o fazer e o desfazer a “segurança” do Bisfenol A.
O Bisfenol A (BPA), substância química sintética empregada na produção de plástico desde os anos 50, e um conhecido disruptor endócrino, é um componente onipresente tanto no mundo material como na estrutura que compõe o organismo humano. Novas pesquisas sobre exposição ao BPA em doses muitíssimo baixas sugerem uma associação com efeitos adversos de saúde, incluindo cânceres de mama e próstata, obesidade, problemas neurocomportamentais e anormalidades reprodutivas.
Comida enlatada favorece obesidade e diabetes.
Pesquisa mostra que consumo amplia quantidade de bisfenol A no corpo, substância prejudicial à saúde.
Pesquisador do IQ-USP desenvolve polímero a partir do milho que poderá substituir o Bisfenol-A(BPA).
Pesquisador do IQ-USP desenvolve polímero a partir do milho – Um novo polímero, desenvolvido a partir de derivados do milho por um pesquisador brasileiro em parceria com cientistas dos Estados Unidos, pode substituir em resinas epóxi o bisfenol A, composto também utilizado em policarbonatos que gera produtos plásticos, como garrafas e mamadeiras, e que está sendo banido em diversos países, incluindo o Brasil.
Senadora norte-americana luta pela pureza das embalagens de alimentos infantis.
Cinco anos atrás, dez milhões de mamadeiras e copinhos infantis com biqueira foram vendidos nos Estados Unidos, manufaturados com a resina plástica feita de petróleo que continha Bisfenol A – BPA. Hoje, de acordo com o poderoso lobby da indústria petroquímica dos EUA, American Chemistry Council, o número é – zero! (nt.: os organizadores do site perguntam: QUANDO TEREMOS ISSO NO BRASIL?).