Os pesquisadores de Harvard reconstruíram os eventos que levaram ao fim da era glacial e demonstraram a relação de causa e efeito entre o aumento de dióxido de carbono e o da temperatura. Foi a presença de CO2 que provocou o derretimento do gelo.
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Estudo reforça ligação entre gás carbônico e aquecimento global.
Os aumentos dramáticos de temperatura que encerraram a última Idade do Gelo foi seguida de picos dos níveis de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, de acordo com um novo estudo divulgado nesta quarta-feira (4). A pesquisa, liderada pela Universidade de Harvard e o Serviço de Pesquisa Antártica do Reino Unido, reforça a tese de que as atuais tendências de alta das temperaturas globais são causadas pela ação humana.
Seca atinge 17% da população.
Ao longo dos anos, a exploração de recursos naturais e mudanças climáticas provocam os mais variados impactos nos ecossistemas e, em diversos casos, a degradação da terra e redução da oferta de água. Esses processos, quando se intensificam, podem levar à desertificação da terra, resultado da falta de manejo adequado dos recursos naturais nas regiões semiáridas e subúmidas secas. No Brasil, essas áreas somam mais de 1,34 milhão de quilômetros quadrados e abrigam 31,6 milhões de habitantes, ou 17% da população.
Estudo estima em US$ 2 tri danos do aquecimento aos oceanos.
As emissões de gases de efeito estufa podem chegar a provocar danos da ordem de US$ 2 trilhões ao ano aos oceanos, segundo um estudo sueco publicado nesta terça-feira (20). A estimativa, feita pelo Instituto Ambiental de Estocolmo, se baseia na suposição de que as emissões de carbono que alteram o clima continuarão numa espiral ascendente sem trégua.
Crise Ambiental: É preciso correr, adverte a ciência, artigo de Washington Novaes.
Deveria ser leitura obrigatória para todos os governantes, de todos os níveis, todos os lugares, o documento de 22 páginas entregue no último dia 20 de fevereiro, em Nairóbi, no Quênia, aos ministros reunidos pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, escrito e assinado por 20 dos mais destacados cientistas que já receberam o Prêmio Blue Planet, também chamado de Prêmio Nobel do Meio Ambiente.
Estudo indica que mudança no pH dos oceanos pode acabar com vida marinha ainda neste século
As emissões de gás carbônico provocadas pelo homem não causam apenas o aquecimento global da Terra, mas também alteram o pH dos mares e oceanos, elevando sua acidez até níveis que poderiam acabar com a vida marinha em poucas décadas. Matéria da EFE.
Grupos americanos financiaram campanha para rejeitar mudanças climáticas.
Um novo escândalo sobre mudanças climáticas começou nos Estados Unidos depois que vieram à tona documentos que mostram que grupos de direita financiaram uma campanha para influenciar a maneira como se ensina a questão nas escolas.
Alheia às mudanças climáticas, agricultura segue despreparada para alimentar a todos.
Na região Sul do Brasil, celeiro agrícola do país, o regime de chuvas não é mais o mesmo das últimas décadas. Santa Catarina, por exemplo, viveu sete anos de estiagem nos últimos dez anos – embora os cientistas ainda não possam afirmar categoricamente se a alteração foi causada por mudanças no clima. “Mas é, sem dúvida, uma anomalia. Temos que prestar atenção. E a ciência é responsável por buscar a causa dessas anomalias”, disse Carlos Nobre, do Ministério de Ciências e Tecnologia, em conversa com a DW Brasil.
Perda de recursos naturais é “vertiginosa”, alerta Dias.
trabalho como secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (CDB) com vários desafios pela frente – o maior, talvez, seja convencer a sociedade que o atual processo vertiginoso de perda de recursos naturais é tão desastroso para o mundo quanto a crise climática.
Degelo no Ártico ameaça vida de ursos polares, alertam russos.
O crescente degelo do Ártico, provocado pelo aquecimento global, ameaça a sobrevivência dos ursos polares, advertiu neste domingo (22) o Centro Hidrometeorológico da Rússia (CHR). Segundo os dados recolhidos pelas estações científicas, a massa total dos gelos árticos sofreu uma redução de 55% em comparação com a média registrada nos anos 80 e 90. “Este processo afeta, inclusive, as camadas de gelo mais antigas e mais grossas”, apontam os especialistas russos.